terça-feira, 29 de junho de 2010

Tônicas de um diálogo a sós

Aquilo que não se explica é o que a gente sempre procura mil palavras pra explicar... De todos os sonhos que são intermináveis, a gente sempre tenta acordar... Mas, pra que acordar? Explicar?
Quem precisa de explicação?
A essência, a raiva, o grito, o choro contido, o soluço impróprio, o substantivo que se diz próprio, agora procura sua própria propriedade. Se tudo fosse verdade completa o que seria das "mentiras sinceras"?
Nunca me abrace, nunca com um não na mão.
Mas que cara é essa? Que cabelo é esse? Isso são horas de acordar? Horas? Oras, se existe mesmo a hora, como diria um magrelo amigo meu, pra que acordar? Não há! Vida ATEMPORAL. Exceto num temporal de...de...de emoções.
Sentado, num quarto, e a um quarto de hora de ir dormir, eu agradeço, a mim, por escrever tanta asneira.

"Hey Mãe, eu já não esquento a cabeça. Durante muito tempo isso era só o que eu podia fazer."


Um comentário:

  1. comentarei, com meu perfil vazio, só pra dizer que me orgulhei. Não sei porque não... me orgulhei. Sentimento estranho, né? Enfim, gostei de verdade desse (:

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